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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Como um jovem manterá pura a sua vida?

castidade
Para se manterem puros e não pecarem, São Francisco revolveu-se na neve e São Bernardo mergulhou num tanque gelado. E você, o que pretende fazer?
Juventude à flor da pele, a pressão de determinadas pessoas, a influência da mídia, os novos valores adotados pela sociedade, um mundo com uma mentalidade predominantemente impura. Diante disso, o jovem cristão se pergunta: “Será que é possível ser puro?”. Realmente é difícil, muito difícil. Mas não é impossível!
Paul Claudel, filósofo francês, disse, certa vez, que rapazes e moças não foram feitos para o prazer, mas para o desafio. Então, como alcançar a pureza? Há vários caminhos. Um deles é a vivência da castidade, chamada por São Pedro Damião de a “rainha das virtudes”.
De acordo com o teólogo Jason Evert, a castidade é uma virtude, é a fortaleza que uma pessoa tem para usar a sexualidade de acordo com o plano de Deus.
Nos programas vulgares de televisão e nos sites pornográficos, há maldade escondida nas palavras. Nessa confusão toda, como ser casto? São Carlos Borromeu afirma: “é impossível que te conserves casto, se não vigiares continuamente sobre ti mesmo, pois a negligência traz consigo muito facilmente a perda da castidade“.
Percebe-se, aqui, a necessidade de dominar-se para ter uma vida casta. Como disse o professor Felipe Aquino, apresentador do programa Escola da Fé, na TV Canção Nova, “ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz”. Para possuir-se a si próprio demandam-se meses, até anos!
Ninguém está imune. Como São Gregório disse, “ainda que expulsemos os maus pensamentos que costumam seguir o olhar voluntário, eles deixam sempre uma mancha na alma”. Sendo assim, precisamos ser limpos, lavados com o Sangue de Cristo, purificados ao olhar para Jesus Sacramentado e aprendendo com o exemplo de Maria. Preenchendo os pensamentos, busquemos as coisas do Alto!
Fonte: Destrave


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Castidade não é para anjos

A castidade não é para anjos, é para nós que queremos viver o caminho do Senhor. Existem meios, maneiras, de você conseguir essa graça. A busca pela santidade será até o fim da vida, nunca estaremos prontos. 

O termo “castidade”, no Catecismo da Igreja Católica, é a integração da sexualidade na pessoa. Só isso? Só, mas dentro dessa definição existe um mundo de descobertas. A sexualidade é mais do que um órgão genital. Escutamos muito sobre sexo, pornografia, libertinagem com o corpo... Hoje, homens e mulheres são vistos como objetos pela sociedade, pelas novelas, por exemplo. Isso vai contra a nossa natureza, pois viemos do amor e da bondade.

Precisamos escolher o caminho de Deus para encontrar a verdadeira felicidade. É feliz aquele que espera no Senhor! Só é feliz por completo aquele que vive intensamente, – mesmo que lutando, caindo e levantando –, em Deus. Apenas satisfazendo os nossos prazeres seremos infelizes. Você acha que sexo com vários parceiros fará de você uma pessoa feliz? Se pensa assim, está enganado. A castidade é uma porta aberta para nos conhecermos e ficarmos felizes com nós mesmos e com os outros. Você é amado por Deus, Ele quis você antes do seu pai e da sua mãe. Honre o Seu amor!

A castidade parte de viver o verdadeiro amor. Precisamos recuperar a beleza da criação. Depois de ter criado tudo na terra, Deus Pai viu que era bom que o homem tivesse uma mulher (cf. Gênesis 1, 25-31). O Senhor criou o homem e a mulher para se amarem e se respeitarem um ao outro, não para um se aproveitar do outro. A sexualidade vai muito além do que as novelas e a mídia passam. As coisas que se referem ao sexo não são erradas e impuras. Hoje eu quero que você saiba da importância da castidade, que saiba que é algo lindo que você pode viver!

No Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 2341-2345, diz assim:

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Beleza Fascinante da Castidade


Olá pessoas, a postagem está muito bom e recomendo-a como complemento da postagem do 6º mandamento.
Fiquem com a postagem e que Deus nos abençoe!

A castidade costuma ser definida como algo negativo. É a qualidade daquele que se abstém de relações sexuais antes ou fora do casamento. É a virtude dos que evitam olhares libidinosos, dos que rejeitam os divertimentos mundanos, dos que se privam de seguir as modas licenciosas. É também a virtude daqueles que renunciam ao casamento "por causa do Reino dos Céus" (Mt 19,12) a fim de servirem a Deus com o coração indiviso (1Cor 7,32-34).
Abstenção, renúncia, privação. Tais palavras indicam uma lacuna, uma falta, um vazio. Não é errado usá-las para definir a castidade. Mas não se pode parar nelas. Pois, que sentido tem exaltar um vazio? Elogiar uma privação? Glorificar uma falta? Não seria mais sensato preencher o vazio? Satisfazer à privação? Suprir a falta?

terça-feira, 26 de abril de 2011

Por que sexo só no casamento?


Deus criou todas as coisas e “viu que tudo era bom” (Gen 1,25). Portanto, tudo o que Ele fez é belo, também o sexo, desde que no lugar certo. O sexo é belo e puro quando vivido no seu devido lugar; nós viemos ao mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém-nascida não seria tão bela e inocente.
O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela, a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usar esse utensílio para tirar a vida de alguém, nem por isso esse objeto se torna algo mau. Não. O mal não é a faca, mas o uso errado que se fez dela.
Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso, mas pode ser mal usado e gerar o sofrimento. Deus fez do casal humano “a nascente da vida”. Nada se compara à missão de ser pai e mãe. Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos: “crescei e multiplicai” (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal, fez do sexo também o meio mais profundo da “manifestação” do amor conjugal. O ato sexual é a “celebração do amor conjugal”, como que a “liturgia do casal”.
E é no ápice desta “celebração do amor” que o filho é concebido. Isto é, ele não é somente a carne e o sangue do casal, mas, principalmente, o fruto do seu amor. É por isso que a vida sexual de um casal, que não se ama de verdade, nunca é harmoniosa.
Quem tem uma relação sexual com uma prostituta está preocupado apenas com o prazer, e não tem qualquer compromisso com ela. Acabada a relação, paga-se e vai-se embora. Não importa se amanhã esta mulher está grávida, doente, ou passando fome, não lhe interessa, ele pagou pelo “serviço”. Veja, isso é sexo sem amor, sem compromisso de vida, sem uma “aliança”, sem responsabilidade. É o desvirtuamento do sexo, a prostituição. Quantos hoje vivem uma “aventura amorosa” com uma pessoa, e depois a esquecem, a abandonam...
No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal; cujo fruto será o filho do casal. Na fusão dos corpos se celebra profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as lágrimas derramadas... é a festa do amor conjugal. Por isso, o ato sexual é o ato “fundante” da vida do filho. O ser humano não pode ser gerado na parede fria de um tubo de ensaio de um laboratório, mas no ato amoroso dos seus pais.
Assim, no plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento. São Paulo há dois mil anos já ensinava aos coríntios:

segunda-feira, 21 de março de 2011

Castidade antes do casamento traz mais estabilidade e satisfação


Um estudo realizado pela Universidade americana Brigham Young demonstrou que a abstinência sexual antes do casamento está associada com melhores resultados no relacionamento conjugal. A satisfação com o casamento foi 20% maior entre os casais que esperaram, bem como a qualidade na vida sexual foi 15% maior.


Nessa pesquisa, onde 2.035 indivíduos casados foram entrevistados, foi observado que o tempo para o ínico da atividade sexual na vida do casal está relacionado com a sua qualidade sexual atual, comunicação, a satisfação com o relacionamento e a estabilidade.


Aumenta número de jovens americanos que optam pela virgindade


Uma pesquisa oficial do governo dos Estados Unidos revelou que é cada vez maior o número de jovens que optam por adiar o início das relações sexuais e se declaram virgens.

Segundo o estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Enfermidades, 27% dos homens e 29% das mulheres entre 15 e 24 anos de idade jamais mantiveram contato sexual com outra pessoa. O estudo realizou entrevistas a 5.082 pessoas desta faixa etária.

As cifras representam um significativo aumento em relação à última pesquisa do ano 2002, quando apenas 22% dos jovens dessa faixa de idade se declararam virgens.

Os adolescentes entre os 15 e 17 anos de idade são os que mais vivem a abstinência sexual; 58% das mulheres e 53% dos homens deste grupo de idade disseram que jamais tiveram um encontro sexual.

Já 12% das mulheres e 13% dos homens entre 20 e 24 anos de idade se declararam virgens, uma cifra muito maior à de 8% registrada no ano 2002, neste mesmo grupo de idade.